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Encontrar no movimento a resposta para a existência soa como poesia para quem segue a vida dessa forma inquieta. Conexão, relação, união, ligação. Não importa quantos, não importa a forma. O ato é um só, o conceito é um só. Kauany transita bastante pela arte, acredita na fluidez do estar em constante mudança.


Uma jovem estudante de publicidade e propaganda que ama cinema, animes e séries. Teve refúgio na literatura como uma forma de se expressar quando mais jovem. Descobriu o seu lado criativo e viu nessa área uma possibilidade de expressão. Desde então, não largou mais. Acreditar em grandes mudanças mantêm o foco de quem busca a diferença.

Conheça mais sobre o trabalho da Kauany aqui.

Show de luzes.

Kauany Duarte

  • Quem são seus artistas favoritos (música, literatura, arte, etc)?

Como ninguém é feito de pedra, já transitei bastante nesses aspectos. Hoje a Rihanna me inspira bastante, não só pela sua carreira na música, mas no fato de ser uma mulher forte, empresária e dona de tudo que ela inventa de fazer, mas também por ser uma mulher muito empoderada em sua própria vida. 

 

Minha maior inspiração acadêmica e na arte é o Paul Klee.

  • Quem é a mulher que você mais admira?

Minha mãe, Maria das Dores Duarte Dias.

 

  • Qual é a grande paixão da sua vida?

Estar em movimento. Essa é a melhor resposta pra descrever porque eu estou na terra ou porque eu me levanto da cama todos os dias.

  •  Qual a sua ocupação atualmente?

Larguei um estágio em uma agência publicitária para me dedicar à vida acadêmica e experimental. Atualmente estou engajada no máximo de projetos de extensão na universidade e em projetos artísticos pessoais. Sou estudante/pesquisadora/artista.

  •  Há quanto tempo você trabalha na área criativa?

Em 2011, achei que gostava de linguagens e programação e então, de alguma maneira, descobri o campo criativo. De um lado e pro outro não soltei mais.

  •  Você sempre teve interesse por essa área?

Acho que sim. Desde criança sou apaixonada por cinema, animes e séries. Tive uma ligação forte com a literatura na minha pré-adolescência, pois ainda não tinha meios de me expressar a não ser pelo que já conhecia: as palavras.

  • Você acha que o seu trabalho traz alguma contribuição no sentido de representatividade/empoderamento feminino?

Eu acho que toda mulher ao ingressar no mundo dos homens tem um papel forte nisso. Não é só porque eu sei algumas técnicas e manuseio algumas ferramentas que eu estou me empoderando no mundo profissional. 

 

Não havia mundo para as mulheres. Era um mundo dos homens. Toda mulher que "meter as caras" e decidir fazer o que gosta sem se importar com "tais opiniões" ou "tais barreiras" contribui para a representatividade e para o empoderamento feminino.

  • Você nota que existe, ou já existiu, alguma diferença no tratamento do seu trabalho pelo fato de você ser mulher?

Sim. Eu mesma já escutei que fui contratada porque "eu sou mulher né", "mulher entende melhor dessas coisas".

  • Você teria alguma indicação de outra pessoa que discute o tema do empoderamento feminino na publicidade?

Não. É bom nos questionar a respeito disso. Eu sou mulher e estou na publicidade, e não escuto tanto a respeito dessa relação. E acho que pouco se fala sobre a relação das duas coisas. Acredito que as mulheres são responsáveis por grandes mudanças que tem ocorrido no setor. Não apenas pelo fato de uma mulher tomar a decisão em algo, mas pela opinião coletiva da mulher estar presente. Não pelo fato de estar sendo mais ouvida, ela está sendo mais dita. Mais e mais mulheres estão encontrando sua verdadeira voz. Isso é bom para todos e não apenas para a publicidade.

 

Mas acho que dentro do mundo acadêmico e profissional a situação vem sendo vista como um todo. Não deram nomes aos bois e se age normalmente como se sempre tivesse sido assim.

 

  • Qual a sua citação favorita?

"Nada é impossível de mudar." (Bertold Brecht).

ENTREVISTA

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